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Preço de imóveis usados tem 2ª maior valorização do ano

 Em maio, 59,38% das vendas no segmento foram de apartamentos na cidade de SP

 

O preço do m2 dos imóveis residenciais usados valorizou 18,79% em maio na cidade de São Paulo em comparação ao mês anterior. Esse aumento foi o segundo maior do ano, superado apenas por janeiro (+23,09%), conforme números de 280 imobiliárias espalhadas pela metrópole e apurados pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis).

Os valores aquecidos influenciaram no ritmo menor das vendas de unidades usadas que ficaram 18,25% menores em maio em relação a abril. As unidades mais procuradas no período custaram até R$ 700 mil, com 51,56% das vendas. Por faixa de valor, a preferência foi pelas que saíram por até R$ 7 mil/m2, com 46,77% das transações.

“Esse aumento dos preços não pode ser tomado com uma tendência para os próximos meses, e é isso o que indica o retrospecto de mais longo prazo”, afirma José Augusto Viana Neto, presidente do conselho. Nos últimos 12 meses até maio, o valor médio do m2 acumula valorização de 21,93%.

“A economia em marcha muito lenta tende a segurar parte dos aumentos, mas o imóvel sempre se valoriza em um país que arrasta um déficit de mais de cinco milhões de moradias”, acrescenta.

Outros dados

Em maio, 59,38% dos imóveis usados vendidos foram apartamentos, enquanto que 40,63% foram de casas. Boa parte das comercializações foi paga à vista (54,69%), particularidade do mercado que vem sendo sustentada pelas dificuldades de acesso da classe média. Já 43,75% foram por financiamento bancário, enquanto que 1,56% foi por consórcio. Não houve aquisições parceladas diretamente pelos donos de imóveis.

O balanço também indica que 71,88% das unidades comercializadas na capital paulista em maio eram de padrão médio. O restante se dividiu entre os de padrão luxo (15,63%) e os de padrão standard (12,5%).

As vendas se concentraram mais nos bairros classificados como zona A (como Pacaembu, Moema, Morumbi, entre outros), com 37,5% do total. Depois, figuraram as zonas C (Tatuapé, Lapa, Mandaqui, etc.), com 34,38%, e D (Campos Elíseos, Casa Verde, Sacomã e Jaçanã), com 12,5%.

Descontos

A pesquisa apurou que os donos dos imóveis vendidos em maio concederam descontos variáveis sobre os preços originais de venda, conforme sua localização, estado de conservação e necessidade de venda. O maior desconto foi de 13,14% em média para imóveis situados na zona C.

Na zona D, o abatimento médio ficou em 10,5%. Na zona A, o desconto obtido pelos compradores foi de 9,83% e na zona B ficou em 7,33%.

 

Informações: www.crecisp.gov.br

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